terça-feira, 1 de novembro de 2016

Biocombustíveis no Brasil

Oi! Na postagem de hoje vamos falar sobre biocombustíveis. 

Biocombustível é um tipo de combustível biodegradável e renovável, proveniente de árvores, plantas ou colheitas. Existem dois principais tipos dessa energia, o biodiesel -que pode ser produzido a partir de plantas oleaginosas- e o etanol -que pode ter como princípio a cana de açúcar-. 
Mas porque investir em uma nova energia que libera CO2 assim como os combustíveis fósseis? 
Os biocombustíveis emitem CO2, no entanto em níveis bem menores. Isso porque o biodiesel, por exemplo, não libera enxofre na atmosfera, propondo um processo "mais limpo". A produção desses combustíveis ecológicos libera uma concentração de dióxido de carbono cumprindo exigências do protocolo de Kyoto e  podendo ser reabsorvido saudavelmente pelos vegetais que, por sua vez, produzem ainda mais biocombustíveis. É isso que os torna sustentáveis!
E além disso, já que esses biocombustíveis são produzidos, geralmente, a partir de plantas, grande parte do lixo orgânico de uma cidade, estado ou país, poderia ser reutilizado na adubação para a plantação dessas fontes energéticas. Bom, né?! 
A ideia de que o Brasil pode vir a ser a potência mundial no que se refere a energia renovável, não é tão distante. Nosso país é o maior produtor e exportador de etanol do mundo. 
O etanol já é realidade no Brasil, graças ao programa PróAlcool implantado em 1975, em meio a uma crise econômica, sendo a principal alternativa de combustível mais barato/sustentável para não depender totalmente do petróleo. Já o biodiesel ainda não é 100% utilizado nos automóveis, pois ainda é caro.

Segue abaixo os processos de produção dos principais biocombustíveis brasileiros: 















domingo, 18 de setembro de 2016

Acordos Climáticos

Nos últimos tempos, o alarme em relação ao aquecimento global foi maximizado. Já em 1972 foi realizada a Conferencia de Estocolmo, dando um passo inicial para o conhecimento e a busca de solução em relação aos recursos ambientais. Realizaram-se também a Eco-92 e a Rio+10 e Rio+20, dando mais uma inflamada na discussão. Em dezembro de 2015 ocorreu a Conferencia do Clima em Paris e o Acordo de Paris foi assinado. Mas o que isso significa? No contexto do desenvolvimento sustentável, busca-se reduzir a emissão de gases do efeito estufa e manter o aumento da temperatura global em menos de 2 graus Celsius. O acordo foi aprovado por 195 países, os quais tem até 21 de abril de 2017 para realizar a ratficação. É necessário que 55 países responsáveis por 55% das emissões assinem oficialmente. 
A assinatura dos Estados Unidos e China foi de grande relevancia, visto que são os mais poluentes. A partir daí, o prospecto mudou e ficou mais positivo: são países (especialmente os EUA) de grande influencia mundial. 
O Brasil, também um dos países responsáveis por grande parte da poluição, felizmente ratificou o acordo na última semana. A Contribuição apresentada pelo Brasil às Nações Unidas (iNDC) compromete-se a reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 37% abaixo dos níveis de 2005, em 2025.


Acreditamos que o otimismo é fundamental nesse momento. Mesmo que algumas metas estejam a frente do que é previsto, se as sociedades se mantiverem comprometidas e colocando pra jogo a situação climática, é possivel termos sucesso. 
Confiram dois vídeos sobre o assunto. O primeiro é o depoimento de Ana Toni, diretora do institudo clima e sociedade. O segundo, uma breve explicação datada de 20 de abril de 2016:











domingo, 7 de agosto de 2016

A Produção de Alimentos e suas consequências

Com o grande aumento da população ao longo das últimas décadas, a produção de alimentos, consequentemente também teve de acompanhar o crescimento. Os métodos para executá-la, tiveram de ser mudados, e isso, apesar do positivo aumento de produção, também trouxe fatores negativos, e estes são relacionados ao meio ambiente. O adubos mais simples, natural e antigo é o esterco, que misturado a restos de vegetais e fermentado de forma correta resulta no composto orgânico. Mas para ser aplicado em grande escala, esse fertilizante natural ficaria economicamente inviável. Para os agricultores então, passou a ser mais rentável a utilização de agrotóxicos, principalmente para os que queriam fazer o cultivo intensivo de uma única cultura em uma grande área (monocultura).

Os fertilizantes industriais contém altas taxas de nitrogênio , fósforo, potássio e matais pesado. O nitrogênio, por exemplo, pode se acumular no solo e através de transformações químicas, virar nitrato, que além de cancerígeno, pode contaminar o solo e ser conduzido aos lençóis subterrâneos, contaminando a água.

Outro problema consequente da produção de alimentos é o esgotamento de aquíferos pelo bombeamento de água para irrigação. Muitos agricultores, principalmente os que moram em regiões mais secas, buscam nos aquíferos uma solução para irrigar as suas plantações. Isso seria uma prática boa, se feita em baixa escala, mas como virou muito comum, um grande número está fazendo o mesmo. Como consequência, os aquíferos estão secando e rios que são abastecidos por eles também.

Outra consequência da produção de alimentos que chega até ser meio famosa por ser um tanto quanto diferente das outras é a emissão de gás metano pela pecuária bovina. Quando ouvimos ou lemos isso pela primeira vez, é difícil acreditar, sem achar que é algum tipo de brincadeira, mas sim, os gases eliminados pelos bovinos, seja da forma que for, fazem mal para o meio ambiente e contribuem para o aquecimento global. O gás metano é o segundo maior contribuinte para o aquecimento do planeta, e estima-se que 70% da emissão desse gás venha da pecuária bovina.

O desmatamento da amazônia é um assunto polêmico que já está em pauta há anos. Mas poucos sabem porque ele vem acontecendo. A maioria das pessoas pensa que o desmatamento da maior mata do planeta é em função da madeira das árvores. Mas na verdade, a principal causa do desmatamento amazônico é a pecuária. Os pecuaristas vão desmanchando as beiradas da floresta para criar mais área para o gado e também porque essas terras são muito boas para o cultivo dos bovinos.
Essa expansão da pecuária, que entra florestas a dentro, vai destruindo muitos ecossistemas e biodiversidades, e deixando a fauna e a flora de regiões importantes mais pobres.


sexta-feira, 8 de julho de 2016

Renovação da Camada de Ozônio





Para entendermos sobre o assunto, primeiro devemos saber o que é a tão famosa "Camada de Ozônio". Ela é como uma "capa" feita principalmente do gás O3 (ozônio) que protege o nosso planeta contra diversos tipos de radiações solares. Devido ao grande avanço industrial do último século, várias substâncias poluentes vem sido jogadas na atmosfera que destroem essa camada, abrindo buracos e deixando a radiação entrar. Essa radiação pode ter terríveis influências na Terra, direta e indiretamente (aumentando a temperatura média do mundo, derretendo geleiras, causando enchentes, etc...).






Mas o que realmente acontece na nossa atmosfera e quais são essas reações? Bom, para começar, vou usar de exemplo o gás mais poluente que produzimos, já banido em muitos processos industriais, porém ainda presente em alguns. É o CFC, também conhecido como clorofluorcarboneto. Essa molécula pode ser até 4750x mais poluente que o gás mais conhecido pelo aquecimento global, o CO2. Quando o CFC atinge uma certa altura na nossa atmosfera, os raios ultravioletas quebram a partícula de CFC, liberando o átomo de cloro. O cloro, então, rompe as moléculas de ozônio, formando ClO e O2. Logo, esse átomo de cloro libera o de oxigênio e recomeça o processo, formando uma reação em cadeia destrutiva

CFC + Luz + 2O3 → 3O2 + Cℓ




Na Antártida, devida a falta de circulação de massas de ar, muita da poluição de mundo se concentra lá, o que formou um grande buraco na camada de ozônio Porém, recentemente, esse buraco vem diminuindo, o que é algo muito bom para todos nós e surpreendeu até os especialistas no assunto, Essa renovação da camada de ozônio é um reflexo da proibição do uso do CFC em diversos processos, graças ao Protocolo de Montreal, tratado assinado por 150 países sobre a restrição e proibição de diversas substâncias que danificam a camada de ozônio. O clorofluorcarboneto já foi usado na produção de muitos utensílios do cotidiano, como desodorantes, perfumes, medicamentos, extintores de incêncio, refrigeração de geladeiras e aparelhos de ar-condicionado. Hoje, o CFC foi substituído pelo HCFC, composto que não causa os mesmos danos à camada de ozônio porém contribui para o efeitos estufa. Porém, ainda é usado na produção de medicamentos, principalmente em sprays que combatem a asma.




quinta-feira, 30 de junho de 2016

Tedx Porto Alegre: Projetos sustentáveis

Tenho certeza que a maioria dos jovens quando escuta a pergunta “o que você vai fazer para mudar o mundo hoje?” acaba tomando-a como genérica, distante de sua vida rotineira. Na quinta-feira, dia 23/6, fomos privilegiados com a oportunidade de assistir ao Tedx e, ao final das incríveis apresentações, essa reflexão pairou em nossas mentes. Pudemos visualizar melhor estudantes como nós que estão se empenhando em fazer a sua parte, o seu bem para o mundo. Acredito que depois do evento a concepção de muitos de nós sobre essa frase deixou de ser como algo inalcançável e passou a ser uma inspiração. A promoção de consciência social, ambiental e sustentável certamente trouxe coisas positivas para nós como ouvintes, assim como para os palestrantes. Entre eles, as meninas Bárbara Amorim e Sofia Calderano destacaram-se por seus projetos e ações.
Bárbara desenvolveu um projeto ecológico sobre a reutilização do saco de cimento para a produção de blocos ecológicos que posteriormente serão utilizados na construção civil. Confira abaixo:



Foi comovente ver e ouvir a forma como a ideia surgiu e é desenvolvida por ela, que põe a mão na massa sem medo. Principalmente, o empenho dela em conscientizar os amigos sobre a colocação de lixo no lixo e evitar a poluição foi muito especial e sua fala extrovertida nos proporcionou várias risadas.
Já Sofia Calderano, com uma palestra impressionante, inspirou a todos com o projeto Teto, que procura juntar alunos e voluntários para construir casas emergenciais em comunidades carentes do Rio de Janeiro. Além disso, ela ressaltou a importância do voluntariado e o impacto dessa atividade tanto na vida do voluntário como na daqueles que contam com essa ajuda nobre. Ouvimos muitos colegas de turma e série que, interessados em juntarem-se ao projeto de Sofia, já se movimentaram para que sua vontade se concretize.



É muito importante que os jovens, atualmente absortos em telas e celulares, levantem um pouco seu olhar e enxerguem a realidade ao seu redor. O mundo e as oportunidades esperam por cada um de nós, assim como esperavam por Bárbara e Sofia. Todos temos o potencial de mudar o mundo, de ajudar o próximo: basta acreditar e ter dedicação e empenho. Torcemos para que os projetos das meninas tenham inspirado o resto da série como inspiraram nosso grupo.

O que você vai fazer para mudar o mundo hoje?

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Fatores Climáticos e Escassez de Água

Como sabemos, água representa vida. Infelizmente, vivemos em uma realidade na qual há péssima distribuição, planejamento e cuidado: 40% da população mundial enfrenta graves problemas. Além disso, em aproximadamente cada 20 segundos, uma criança morre devido à saneamento e higiene inadequados ou pouco acesso à água. Especialistas e projeções climáticas nos mostram que as fontes hídricas encontram-se vulneráveis e serão potencialmente impactadas por mudanças climáticas, representando intensas consequências para a sociedade e os ecossistemas.
O clima é decisivamente importante na disponibilidade do recurso. O ciclo anual das águas varia entre bacias, e somado a isso temos os fenômenos El Niño e La Niña, gerando anomalias climáticas. A ação do homem também tem grave papel: a poluição, o desmatamento e a emissão de combustíveis muda o curso das estações no momento em que afetam diretamente o ambiente. Com a queda das árvores, menos água é reabsorvida pelo solo. Nesse contexto, redução das chuvas surge como um dos principais fatores para a falta de água.
Em meio a essa situação, é importante que o ser humano deixe de lado os interesses econômicos e comece a repensar suas atitudes. Mesmo que alguém, individualmente, não prejudique o ambiente, é preciso tomar medidas de economia de água e adequar-se às mudanças que vem ocorrendo no mundo. Sendo assim, a elaboração de projetos é fundamental pois traz uma conscientização necessária à todos sobre a realidade e tem o poder de ajudar aqueles que passam por dificuldades todos os dias.
Confira abaixo o site do projeto Thirst Project, que tem o objetivo de criar uma geração de seres conscientes em relação à crise hídrica, além de oportunizar doações para os mais necessitados. O projeto promove o cuidado com a água e considera estudantes o grupo com mais poder e potencial para mudar o mundo.
https://www.thirstproject.org/


Referencias:
http://www.olimpiada.fiocruz.br/mudancas-climaticas-agua
http://alunosonline.uol.com.br/geografia/o-que-causa-escassez-hidrica.html
http://www.brasil.gov.br/meio-ambiente/2015/02/desmatamento-e-mudanca-climatica-reduzem-chuva-e-provocam-crise

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Destino Certo


Em meio a muitas campanhas e processos maravilhosos de conscientização a respeito dos fatores poluentes do nosso planeta. Existe um problema que passa desapercebido por grande parte da sociedade, que ainda começa a aderir os conceitos de um projeto sustentável e suas soluções.
Os lixões ainda são muito utilizados pelos municípios. Sendo assim, ainda existem 1,5 mil depósitos rudimentares no Brasil, que nada mais são do que faixas extensas de terra onde o lixo é jogado sem nenhum cuidado, tratamento ou perspectiva de ser utilizado para algo.
Os lixões são áreas de disposição final do lixo sem nenhuma preparação do solo para recebê-lo. Não tendo nenhuma proteção no solo, o chorume (líquido preto e altamente tóxico produzido pelo lixo) polui o solo e contamina os lençóis freáticos com suas substâncias. Além disso, o lixo totalmente livre a céu aberto é cercado por ratos, moscas e outros insetos que transmitem doenças, o que põem em risco a saúde de pessoas que catam lixo por subsistência.
Em contraponto, os aterros controlados e os aterros sanitários são as melhores opções de destino para o lixo pois visam medidas socioambientais que são totalmente ignoradas pelos lixões. Os aterros controlados são uma fase intermediária entre lixões e aterros sanitários, e é praticamente a mesma coisa que os aterros sanitários só que com um "jeitinho brasileiro", pois o solo recebe argila e grama, o que não impede totalmente o chorume de contaminar os lençóis freáticos. Já os aterros sanitários, que são o destino final mais adequados para o lixo, tem o solo selado à base de argila e mantas de PVC, tornando-se incrivelmente resistente. Assim, o chorume não chega aos lençóis e é coletado através de drenos de PEAD, depois encaminhado primeiramente para o poço de acumulação de onde é recirculado sobre a massa de lixo aterrada e, por fim, o chorume acumulado é encaminhado a estação de tratamento de efluentes.
No Brasil, foi definida uma lei que determinava que os lixões a céu aberto tinham data para acabar, porém essa lei vem sendo adiada há mais de um ano. De acordo com a Pesquisa Nacional de Saneamento Básico, do IBGE, apenas 27% das cidades brasileiras possuem aterros sanitários (dados de 2013).
A extinção dos lixões é um ótimo pontapé inicial para melhorar este problema. Depois de estabilizar o uso de aterros sanitários, é preciso criar um projeto duradouro e bem estudado para fazer dos nossos aterros sanitários práticas sustentáveis, espelhados nos grandes aterros mundiais, como o de Altamont, na Califórnia, onde o gás metano produzido pelos resíduos é transformado em energia limpa e abastece milhares de casas.
É um investimento alto e de longo prazo, mas se for trabalhado com seriedade e competência, acredito que teremos um retorno excepcional.
As imagens abaixo demonstram como funcionam os lixões, aterros controlados e sanitários.






Espero que tenham gostado, até a semana que vem!



quinta-feira, 9 de junho de 2016

Semana do Meio Ambiente!



Olá!!

Essa semana comemoramos o Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho) e para celebrar este dia tão importante, vamos apresentar um projeto chamado ”Uma Escola Sustentável”, que se destaca por sua inovação ecológica em meio a tanta negligência para com o meio ambiente.
A idéia partiu do arquiteto Michael Reynolds, que é conhecido por realizar obras sustentáveis. Michael criou o projeto Earthship Biotecture ao perceber que a arquitetura não se empenhava na priorização da sustentabilidade e cuidado com o ser humano.
 Nesse contexto, Reynolds assinou a responsabilidade de ser o autor da primeira escola pública sustentável da América Latina, que se localiza no Uruguai. Em 7 semanas, Michael e sua equipe, juntamente com 200 voluntários da comunidade de Jauréguiberry e estrangeiros, deram forma à escola. Utilizaram na obra dois mil pneus, dois mil m² de papelão, cinco mil garrafas de vidro e oito mil latas de alumínio, tendo 60% do material da construção reciclado, aplicando o método sustentável da Earthship.
 O objetivo da criação da escola autossustentável é aliar o aprendizado, a tecnologia e a inovação com a ecologia, propondo aos alunos e suas famílias um contato mais próximo com o meio ambiente. Os 270m² que abrangem a instituição dispõem de métodos ecológicos para obtenção de energia, como moinhos e placas solares, além da calefação, água corrente e alimentos orgânicos.
Grande iniciativa! Esperamos que essa ação desencadeie outras atitudes que visem a proteção da natureza e da humanidade. O planeta Terra é a nossa única casa, vamos cuidá-la.
Veja as fotos e o vídeo sobre o projeto a seguir.






Referências

terça-feira, 31 de maio de 2016

O Blog

Olá, somos alunos da 2ª Série do Ensino Médio do Colégio Anchieta de Porto Alegre-RS. Nosso grupo é formando por: Alana Carolina Ferreira, Ana Clara Tesche, Giulia Bisotto, Guilherme Santos, Guilherme Nunes, Julia Pinho, Júlia Meirelles, João Mallmann, Letícia Bentz e Pedro Olavo. Estamos fazendo parte de um projeto da nossa professora de Química, Andressa Esswein, em que nosso objetivo é mostrar-lhes tudo que sabemos sobre o Aquecimento Global e as Mudanças Climáticas. Mostrar-lhes que esses tristes problemas vêm interferindo na nossa vida e aos poucos ´´matando`` o nosso planeta. E que mesmo assim, eles são ignorados e subestimados por muitas pessoas, se agravando aos poucos. A vem atmosfera ficando cada vez mais quente, os oceanos aumentando a sua temperatura, e consequentemente seu nível (pelo derretimento das geleiras nos polos) e o possível fim ficando mais próximo, dia após dia. Para esclarecermos o máximo possível sobre isso a vocês, toda semana postaremos algo diferente, sempre relacionado ao assunto.