Nos últimos tempos, o alarme em relação ao aquecimento global foi maximizado. Já em 1972 foi realizada a Conferencia de Estocolmo, dando um passo inicial para o conhecimento e a busca de solução em relação aos recursos ambientais. Realizaram-se também a Eco-92 e a Rio+10 e Rio+20, dando mais uma inflamada na discussão. Em dezembro de 2015 ocorreu a Conferencia do Clima em Paris e o Acordo de Paris foi assinado. Mas o que isso significa? No contexto do desenvolvimento sustentável, busca-se reduzir a emissão de gases do efeito estufa e manter o aumento da temperatura global em menos de 2 graus Celsius. O acordo foi aprovado por 195 países, os quais tem até 21 de abril de 2017 para realizar a ratficação. É necessário que 55 países responsáveis por 55% das emissões assinem oficialmente.
A assinatura dos Estados Unidos e China foi de grande relevancia, visto que são os mais poluentes. A partir daí, o prospecto mudou e ficou mais positivo: são países (especialmente os EUA) de grande influencia mundial.
O Brasil, também um dos países responsáveis por grande parte da poluição, felizmente ratificou o acordo na última semana. A Contribuição apresentada pelo Brasil às Nações Unidas (iNDC) compromete-se a reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 37% abaixo dos níveis de 2005, em 2025.
Acreditamos que o otimismo é fundamental nesse momento. Mesmo que algumas metas estejam a frente do que é previsto, se as sociedades se mantiverem comprometidas e colocando pra jogo a situação climática, é possivel termos sucesso.
Confiram dois vídeos sobre o assunto. O primeiro é o depoimento de Ana Toni, diretora do institudo clima e sociedade. O segundo, uma breve explicação datada de 20 de abril de 2016:

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